Artistas da 8ª Edição 2021

Edição

#8

Minibios dos artistas
Novembro


DOPPELDENK (Alemanha)

Doppeldenk é formado por Marcel Baer e Andreas Glauch, dois artistas e ilustradores alemães. O conceito de duplo-pensamento vem da distopia “1984” de George Orwell e descreve o poder de ter duas convicções contraditórias ao mesmo tempo, e aceitando as duas. Destranque a ideia da novela de George Orwell da lavagem cerebral completa e combine-a com a ação humana responsável para chegar a uma nova forma complexa de pensamento. Neste caso, você é capaz de aceitar a conexão entre duas relações contraditórias e, como consequência, de criar uma própria nova convicção.

A dupla DOPPELDENK fará parte do Concreto #8 por meio da forte parceria que temos com o Instituto Goethe.


Luna Bastos (Brasil - PI)

Luna Bastos, artista urbana e ilustradora piauiense. Graduada em Psicologia pela UESPI, desenvolve seu trabalho desde 2012, sendo referência na arte urbana em seu estado, Piauí, e no Nordeste. Sua identidade visual é embasada em estudos sobre Psicoterapia Corporal. Sua arte expressa emoções e sentimentos através de suas personas. Uma das narrativas encontradas em suas obras está na importância da representividade no processo de reconstrução e ressignificação da identidade negra.


Onesto (Brasil - SP)

Alex Hornest, também conhecido como Onesto, é pintor, escultor e artista multimídia, nasceu em São Paulo em 1972, começou sua trajetória artística na década de 1990 nas ruas fazendo graffiti e documentando a cena local em vídeos/documentários nas séries "A Invasão e Sujo" em parceria com Marky Borsky.


Shiko (Brasil - PB)

Nascido e criado no sertão paraibano, Shiko é ilustrador, grafiteiro, roteirista, diretor de curta-metragem e autor de quadrinhos. Já expôs em galerias de Portugal, Itália, Holanda, França e Brasil. Como autor de quadrinhos vem sendo seguidamente premiado em diversas categorias e seu trabalho de ilustrador pode ser visto em campanhas da AMBEV, Banco Itaú, Netflix, entre outros. Grafiteiro, participou de eventos em João pessoa Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e outras cidades, além de pintar individualmente em diversas cidades do Brasil e da Itália, onde também residiu.


Rafael Limaverde (Brasil - CE)

Nascido em Belém e naturalizado cearense, começou sua carreira como cartunista e ilustrador editorial. Paralelo a carreira como ilustrador, passa a trabalhar de com xilogravurista onde, no ano 2000 fez sua primeira exposição de gravura intitulada “Xilofagia” e que contava com 14 impressões cujo o tema eram figuras e manifestações do universo sertanejo. Em 2004 entrou para o IFCE onde formou-se no ano de 2009 em Artes visuais. Fez parte do Grupo Acidum, atualmente trabalha com design, xilogravura, intervenção urbana e ilustração de livros infantis.


Luci Sacoleira (Brasil - CE)

Luci Sacoleira é de Fortaleza. Tem formação em Arquitetura e Urbanismo e enveredou pelo caminho das artes visuais desde 2011, ano que criou a marca Sacoleira, cuja proposta inicial era desenhar e confeccionar personagens em pano. A partir daí, a imersão no universo lúdico gerou outras criações, ilustrações começaram a compor a linha de pôsteres da marca e surgiu um crescente interesse pela narrativa e pelo desenho editorial, bem como pela animação. Em algum momento do percurso, o apelido Luci, que traz dos tempos da faculdade, fundiu-se à Sacoleira e a artista passou a assinar todas as suas criações como Luci Sacoleira. Seus desenhos falam de um universo particular, de vivências e observações carimbadas na memória e que vêm à tona no seu traço. Para Luci Sacoleira, experimentar as possibilidades do desenho é algo que impulsiona todo o processo de elaboração e de reinvenção do seu fazer artístico.


Eduardo Africano

Eduardo Africano é b-boy, poeta, arte educador, palestrante, empreendedor e escritor do livro: ultrapassando as grades e vendo além dos muros. Atualmente trabalha na Superintendência do Sistema Socioeducativo do Estado do Ceará, no eixo de arte e cultura e faz parte da Companhia de Dança Sulclan. Acredita que o Hip Hop vai além do que se pode imaginar, ele é conhecimento, e conhecimento é poder.

SINOPSE
Em meio às dificuldades e percalços da realidade cruel, o jovem negro de periferia encontrou no Hip-Hop a oportunidade para abrir sua mente e expandir seus horizontes. Com um relato emocionante, sua mãe apresenta com sutileza e afeto os encontros e desencontros causados pela vida difícil, e mostra como a arte teve papel transformador na vida do menino que virou artista.

Roberto Bassan, narra como iniciou a atuação de Africano nas unidades socioeducativas. Por sua vez, Marília Rovaron, apresenta a importância dessa atuação para a transformação da vida dos jovens internos. Com participação especial de Cássio Silveira Franco e Felipe Rima, ilustrações de Kong Silva e Miguel Nature, Eduardo Africano apresenta em “Ultrapassando as grades e vendo além dos muros” poemas reais e fortes, cheios de coragem, intensidade, fé e esperança.